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5 de mai. de 2009

O vendedor chato



"Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre."
Charles Chaplin

Era uma vez um vendedor chato que queria ser um Campeão. Ele dizia pra todo mundo que seu gerente de vendas só sabia cobrar. Que seu cliente só sabia reclamar. Que sua empresa só sabia exigir. E que seu cônjuge só sabia torrar a paciência.

Não agüentando mais tanta insatisfação, o vendedor chato pediu ao Eterno Deus que lhe apontasse uma solução. Então, o Criador fez o vendedor chato adormecer e ele sonhou que um Anjo lindo se aproximou e lhe disse:" - Vou levar você para conhecer o Céu e o Inferno. Qual deles você quer conhecer primeiro?"

O vendedor chato pensou e respondeu: " - Ora, minha vida já está uma droga mesmo, então, para começar, vamos conhecer o Inferno.". E assim foram. Logo que chegaram no Quinto dos Infernos, o vendedor chato notou que o clima lá era perfeito, o vento era uma brisa acariciadora e o tapete da Natureza era de um verde exuberante. O vendedor chato perguntou: " - Ora, se esse é o inferno, eu quero morar aqui!" E o anjo respondeu:" - Calma, calma, espere para ver.

Quando o relógio da praça bateu 12h30, o Anjo Lindo apontou o Restaurante Infernal e convidou o vendedor chato para almoçar. Entraram e logo o vendedor chato notou que o restaurante era de ouro puro, as mesas de prata e que havia uma cortina de veludo brilhante. Uma mesa quilométrica apareceu com as melhores comidas do Universo: frutas deliciosas, pratos saborosíssimos, uma maravilha indescritível para os olhos e o estômago.

O vendedor chato notou que o Capeta Chefe apareceu e disse: " - Canalhada, é o seguinte: a prova de hoje consiste em almoçar usando esse garfo de 2 metros de comprimento. Mas sem truques: almocem segurando bem aqui na pontiha do garfo e, assim, levem a comida à boca, sem dobrar o braço, entenderam?

O vendedor chato, então, falou ao Anjo Lindo: " - Ora, mas isso é impossível, pois se eles segurarem na pontinha do garfo jamais alcançariam a boca." Pois foi o que aconteceu. Os moradores do inferno bem que tentaram, mas tudo foi em vão: a cortina se fechou e eles estavam mais famintos do que antes.

O Anjo Lindo, então, convidou o vendedor chato para conhecer o Céu. Viajaram alguns bilhões de anos-luz e chegaram no Paraíso do Criador. O vendedor chato levou um susto. O Céu era igual ao Inferno: havia o mesmo clima perfeito, a mesma brisa acariciadora, o tapete da Natureza de tão lindo era exuberante.

Foi, então, que o vendedor chato, ironicamente, disse:" - Agora, só falta a gente, na hora do almoço, encontrar um restaurante que seja de ouro puro, que tenha mesas de prata e... Mal ele falava quando foi transportado para o Restaurante Celestial: uma cortina de veludo brilhante doirado se abriu e mostrou uma mesa quilométrica com as iguarias mais gostosas e saudáveis, impossíveis de serem descritas por um cérebro humano.

O vendedor chato quase desmaiou de emoção quando notou que um Anjo Querubim apareceu e fez entrar os habitantes do Céu: quanto diferente eram dos magrelos e doentes do Inferno! O Anjo Queerubim reuniu o pessoal à mesa e faloucom voz divinal: " - Amados, é o seguinte: a prova de hoje consiste em almoçarem segurando esse garfo de 2 metros de comprimento. Vocês têm de pegá-lo bem na pontinha e levar a comida à boca, mas sem dobrar o braço, entenderam, meus queridos?

O vendedor chato se dirigiu ao seu Anjo Lindo e disse:" - Ora, isso é impossível, pois a distância entre a boca e o garfo no braço esticado é muito grande, eles não vãoconseguir. Por que, então, estão todos aí contentes e sorrindo?!" O vendedor chato não podia acreditar no que iria ver: os habitantes do Céu usavam o próprio garfo para colocar a comida gostosa um na boca do outro. As pessoas pegavam no garfo sem dobrar o braço e serviam o semelhante mais próximo e, ao mesmo tempo, eram servidos. Com o próprio garfo, alimentavam o colega.

O vendedor chato acordou de seu sonho. O Eterno Criador lhe mostrara o caminho do sucesso. O Céu e o Inferno eram iguais em tudo, exceto em uma coisa: o que tornava o Inferno um lugar insuportável e infeliz é que lá não havia cooperação. As pessoas eram egoístas, orbitavam apenas em si mesmas sem levar em conta o universo do Outro. Por estarem centradas em si mesmas, as pessoas do Inferno não conheciam o benefício de Servir. Por isso, eram doentes e infelizes. Servir é saúde para o Espírito e traz dinheiro vivo para o bolso. Concentre-se no outro e você enriquecerá. Orbite apenas em torno de si e você empobrecerá.

No Céu e no Inferno existiam os mesmos recursos, talentos e materiais. Em ambos, estavam os 6M: Meio Ambiente, Máquinas, Matérias-Primas, Mão de Obra, Métodos e Medidas. Mas num as pessoas eram felizes e, noutro,insuportavelmente tristes.

Sua empresa pode ser um Céu e um Inferno: depende apenas de sua atitude. Vá ao mercado pensando no prazer de ajudar. Motive-se pela Missão, não pela Comissão. Colaboração e cooperação são duas ferramentas da excelência.

O vendedor chato mudou sua postura. Hoje, seus colegas gostam dele. Seu gerente o admira. Sua empresa pensa em promovê-lo. E os clientes dizem que sentem prazer em fazer negócios com uma pessoa que tem um brilho diferente no olhar e no riso.

Fonte: www.draxrio.com

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4 de dez. de 2008

História de Picasso

Picasso foi contratado para fazer um retrato de uma senhora da alta sociedade. E assim ela foi ao estúdio onde o Picasso começou a fazer o retrato.

Uma hora e meia depois, Picasso concluiu a tela com o retrato da senhora.

A senhora ficou deslumbrada com seu retrato feito pelo mestre e perguntou quanto é que era. Ao que Picasso respondeu:

- São US$ 6.000,00, minha senhora.

- Mas isso não é muito, por somente uma hora e meia de trabalho? -, argüiu a senhora.

- Minha senhora, eu não estou cobrando pela uma hora e meia de trabalho, eu estou cobrando pela minha vida inteira de dedicação e estudo à pintura, que me permitiu pintar esse quadro em uma hora e meia!!! - respondeu Picasso.


Você não conseguiria cobrar mais do que 8 horas por dia, 40 horas por semana e 20 dias por mês. Há limitações físicas. No entanto o valor dos benefícios que você pode propiciar tem o tamanho da sua capacidade em agregar valor ao cliente.

Retirado de http://www.merkatus.com.br

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3 de dez. de 2008

Exemplos de vendedores: Cliente difícil

Uma cliente minha, excepcional vendedora porta a porta, conta este caso, muito elucidativo.

Ela estava vendendo em um dado bairro de uma capital de estado do sul do país, quando tirando informações sobre a próxima casa que iria visitar, recebeu a informação de que naquela casa morava uma senhora viúva - viúvas fazem parte do nicho de mercado que ela atende - que não atende bem ninguém, nem vizinhos, nem tampouco vendedores, seja lá do que for.

Chegando perto da casa dessa cliente potencial essa vendedora percebeu que a casa tinha um jardim excepcionalmente bem cuidado - ela também gosta de jardim e horta, cultivando os dois em sua residência - e que e referida senhora estava cuidando do jardim. Ela então seguiu a seguinte abordagem à essa viúva:

- "Bom dia, minha senhora! Eu sou uma vendedora e não pude deixar de reparar no seu jardim! Como ele é bem cuidado, como as flores estão bonitas! A Senhora, pelo visto, sabe muito bem como cuidar do seu jardim! Eu também gosto muito de jardins."

Com esse início de conversa, ela prosseguiu falando do interese comum das duas pelas flores e jardim, obteve a fórmula de um defensivo doméstico contra pragas - com fumo em corda e sabão - e até tomaram café, convidada que foi pela viúva.

Na saída, despedindo-se da viúva, falando em trocas de mudas de plantas, a viúva lembrou-se que ela havia falado que era vendedora e perguntou:
- "Mas o que você vende?"

E então a minha cliente saiu com mais uma venda, feita ao cliente certo! E mais, uma nova amizade!

Retirado de http://www.merkatus.com.br

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29 de nov. de 2008

Historia: O anel

"Não tentes ser bem sucedido, tenta antes ser um homem de valor."
Albert Einstein

Quanto você vale?

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque
tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
(Autor desconhecido)

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27 de nov. de 2008

O BOM VENDEDOR NÃO ESQUECE O PRINCIPAL

Na região do Tibet, conta uma lenda da Tradição Sufi, uma mulher muito pobre vagava pelas montanhas com sua filhinha em busca de alimento, quando ao passar pela porta de uma caverna, ouviu uma voz que lhe disse:
- Entre, pode entrar, aqui estão os maiores tesouros da terra, entre mas não esqueça o principal!

A mulher curiosa entrou com sua filhinha na caverna e se viu diante e um imenso tesouro. Ouviu novamente a voz que lhe disse:
- Pegue tudo que quiser, você tem trinta minutos para levar tudo que conseguir carregar, depois deste tempo a porta se fechará e nunca mais a porta se abrirá. Vamos, leve tudo que puder, mas não se esqueça do principal!

A mulher colocou sua filhinha no chão e começou e levar para fora da caverna tudo que podia carregar, ia e voltava. Ouviu a voz que lhe disse:
- Seja mais rápida, faltam apenas três minutos para esgotar o tempo, leve tudo que puder, mas se esqueça do principal! A mulher encheu seu avental e saiu da caverna ainda com a porta se fechando.

Quando chegou lá fora, nem podia acreditar que tinha conseguido carregar tanta riqueza. Porém, ao procurar sua filhinha não a encontrou, ela tinha ficado dentro da caverna.

A riqueza durou pouco, mas a tristeza e a dor foram eternas. Ela esqueceu o principal. Para ser um verdadeiro vendedor, não esqueça o principal. O principal não é o valor da transação, a gorda comissão ou a cota de vendas cumprida, o principal tem haver com outros valores.

O principal é: conseguir criar e manter sua reputação e seu caráter perante o cliente, independente de quão tentadora possa ser a oportunidade de tirar proveito em beneficio próprio da situação.

O principal é: Nunca fazer uma crítica ao cliente que não esteja assinada por uma sugestão muito superior à crítica realizada.

O principal é: trabalhar com produtos honestos que possam trazer benefícios a todos os envolvidos.

O principal é: nunca vender, mas transferir emoções que gerem soluções produtivas, mantendo o compromisso com sua honra e a verdade.

O principal é: nunca sair de sua casa, sem beijar sua família. Nunca sair de casa para trabalhar, mas sim para ter mais uma oportunidade de realizar seus sonhos.

O principal é: não se sentir derrotado pelo "não" - seguir em frente sempre em busca do "sim", nenhum "não" tem poder para lhe fazer desistir, mas sim para poder lhe fazer refletir em seus métodos e atitudes.

O principal é: estar sempre pronto para novos aprendizados, defender sua razão até encontrar uma razão maior.

O principal é: ter sua empresa como um instrumento facilitador para a concretização de sua atuação como profissional de um mercado que necessita de sua capacidade.

O principal é: aplicar sua aptidão com competência, transformando seu esforço em resultados positivos, seguir aferindo estes resultados e trabalhando cada vez mais nas prioridades.

O principal é: nunca, mas nunca, diante de sua estrada, esquecer-se que embora profissionalmente um comprador e um vendedor se encontrem para concretizarem uma transação comercial, por traz de cada um deles existe um ser humano.


Nunca esqueça o principal!

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22 de jul. de 2008

Historia: Um presente Inesquecível

Linda tinha 7 anos quando ouviu sua mãe comentar com uma de suas amigas que, no dia seguinte, faria 30 anos.Jamais linda soubera que sua mãe fazia aniversário. Também nunca a vira ganhar um presente.Por isso, foi até seu cofrinho, juntou todas as moedas e se dirigiu à loja da esquina.Procurou um presente que pudesse se encaixar naquele preço.

Havia bibelôs, mas ela pensou que sua mãe teria que espaná-los todos os dias.Havia caixinhas de doces, mas sua mãe era diabética.Finalmente, conseguiu comprar um pacote de grampos de cabelo.Os cabelos de sua mãe eram longos e escuros. Ela os enrolava duas vezes na semana e, quando os soltava, ficava parecendo uma artista de cinema.Em casa, linda embrulhou os grampos em uma página de histórias em quadrinhos do jornal, porque não sobrou dinheiro para papel de presente.

Na manhã seguinte, à mesa do café, entregou o pacote à sua mãe e disse:“Feliz aniversário, mamãe!”Em silêncio, entre lágrimas, a mãe abriu o pacote. Já soluçando de emoção, mostrou ao marido, aos outros filhos:

“Sabe que é o primeiro presente de aniversário que recebo na vida?”

Beijou a filha no rosto, agradecendo e foi para o banheiro lavar e enrolar os cabelos, usando os grampos novos.Quando a mãe saiu da sala, o pai aproximou-se de Linda e confidenciou:

“Linda, quando eu era menino, lá no sertão, não nos preocupávamos em dar presentes de aniversário para adultos. Só para as crianças. E, na família de sua mãe, eles eram tão pobres que nem isso faziam. Mas você me fez ver, hoje, que isso precisa mudar. Você inaugurou uma nova fase em nossa vida.”

Depois desse dia, a mãe de Linda ganhou presentes em todos os seus aniversários.Os filhos cresceram. As condições da família melhoraram.Então, quando a mãe de linda completou 50 anos, os filhos todos se reuniram e lhe compraram um anel com uma pérola rodeada de brilhantes.

Programaram uma festa e o filho mais velho foi quem, em nome dos irmãos, entregou o anel.Ela admirou o presente e mostrou a todos os convidados.

“Não tenho filhos maravilhosos?”

Ficava repetindo de um em um. Depois que todos os convidados se retiraram, Linda foi ajudar na arrumação.Estava lavando a louça na cozinha, quando ouviu seus pais conversando na sala.

“Bem”, dizia o pai. “que lindo anel seus filhos lhe deram. Acho que foi o melhor presente de aniversário de sua vida.”

Depois de um breve silêncio, linda ouviu a voz de sua mãe responder docemente:

“Sabe, Ted, é claro que este anel é maravilhoso. Mas o melhor presente que ganhei, em toda minha vida, foi aquela caixa de grampos. Aquele presente foi inesquecível.”

Os atos que colocam colorido especial nas vidas são pequenos, silenciosos, e podem se manifestar a qualquer tempo.É suficiente querer, usar a imaginação e deixar extravasar o coração.Se você nunca brindou alguém com flores, com um cartão escrito de próprio punho;Se você nunca surpreendeu alguém com uma festa surpresa, um presente inesperado, tente hoje.Hoje é sempre o melhor tempo para começar o que é bom, novo e portador de felicidade.

Equipe de Redação do Momento Espírita


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21 de jul. de 2008

Historia: O vendedor de sapatos

Era uma vez uma indústria de calçados que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da empresa:

"Chefe, cancele a produção, pois aqui ninguém usa sapatos".

Sem saber desse fax, o segundo consultor mandou à direção da empresa a seguinte observação:

"Chefe, triplique a produção, pois aqui ninguém usa sapatos".

Moral da História:

A diferença do vitorioso é que ele foca na resolução do problema e não apenas no problema, e enfrenta os desafios apresentados.


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Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos. Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.

Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave.Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:"

- Bem-vindo ao Venetia!"

Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais!

Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto.

Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um.

Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia:

"Sua marca predileta de café. Bom apetite!"
Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal.

"Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?"
Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.

Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?

Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal. Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje.

Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito.

A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!!!

(autor desconhecido)


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